Archive | maio, 2013

Moção de apoio

31 maio

O Fórum de Mobilização dos Professores da UFG em defesa da Universidade apoia incondicionalmente a organização dos trabalhadores e da juventude do município de Goiânia em favor de um transporte coletivo de qualidade e contra os abusivos e injustificados aumentos da tarifa desse serviço, que corresponde a um direito de cidadania. Responsabilizamos a Prefeitura Municipal e rechaçamos a ganância das empresas concessionárias em face dessa situação estarrecedora experimentada pelo transporte público nesta cidade, a violar a dignidade humana e o direito a uma prestação estatal universal e de qualidade. Apoiamos, ainda, os protestos e manifestações em favor do direito ao transporte seguro, célere e qualificado, sob preço módico, ao tempo em que responsabilizamos a Polícia Militar e o Governo do Estado de Goiás pela truculenta, desproporcional e inconstitucional agressão a jovens e trabalhadores que, no lídimo exercício do direi to de expressão e manifestação, foram ilegalmente agredidos e detidos nos últimos dias. Oferecemos todo o apoio aos lutadores e não nos calaremos enquanto os agressores não forem responsabilizados.

Campanha Salarial Unificada/2013 dos servidores federais

23 maio

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29 de maio – Dia Nacional de Luta em Defesa do Financiamento e da Autonomia das IEES/IMES

22 maio

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As eleições na UFG e os desafios atuais

22 maio
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Nota

Caros/as Professores/as, no ano passado (2012) vivemos uma

21 maio

Caros/as Professores/as, no ano passado (2012) vivemos uma das maiores greves na história da universidade pública brasileira. Tal greve teve como mote principal a defesa de condições de trabalho dignas e também um plano de carreira que respeitasse a categoria de professores e que minimamente fosse atrativa para profissionais e pesquisadores qualificados. Questões essas que já vinham sendo reivindicadas há muito tempo, mas o governo sempre se apresentou indiferente às reivindicações, fazendo discussões superficiais e reiterando promessas que tinham como objetivo protelar tal discussão. Porém, diante de um intenso movimento grevista de professores de todo o país, o governo cedeu à pressão e decidiu iniciar negociações concretas. No entanto, mais um golpe foi dado contra a categoria, uma vez que, o governo apresentou apenas uma correção salarial devido às perdas inflacionárias, e uma proposta de plano de carreira que contém várias armadilhas, devido a um texto extremamente confuso e que remete decisões fundamentais para um futuro grupo de trabalho (por exemplo, critérios de progressão na carreira, reenquadramento dos aposentados, etc.), o qual já havia fracassado anteriormente.

Neste momento a greve ainda era forte no âmbito nacional, pois os professores queriam esclarecimentos acerca da incerta proposta do Governo e proposições acerca das condições de trabalho, que não haviam sido contempladas. No entanto, de maneira desrespeitosa com toda a categoria mobilizada, uma das entidades sindicais (Proifes), aliada ao governo, aceitou e assinou o texto da forma como estava, dando margem à manobra do governo de encerrar as negociações. Assim, os professores decidiram que naquele momento, embora o duro golpe, a greve tinha trazido ganhos, e mesmo sem concordar (assinar) com a proposta do governo, encerrou a greve com a promessa de continuar a luta sempre atentos às armadilhas impostas aos professores. Nos últimos meses a precarização no plano de carreira docente expressa no PL 12.772/2012 ficou muito clara, a partir das críticas explícitas de pesquisadores e professores renomados no Brasil, bem como de associações científicas, como a SBPC, e até mesmo da CAPES.

Numa nova tentativa de iludir a categoria, o governo lança uma medida provisória que aparenta sanar os problemas apontados, mas que na verdade é mais um engodo, mudando apenas as denominações dentro da carreira. Porém, os professores brasileiros estão atentos e dispostos a lutar, tanto que de 20 a 24 de maio haverá uma Jornada de Luta por melhores condições de trabalho e reestruturação da carreira docente nas IFE com paralisação dos professores no dia 22 de maio. Mesmo assim, na UFG, especialmente no campus de Goiânia, tudo parece estar muito bem. A ADUFG-Sindicato se mantém a parte de quaisquer discussões referentes à carreira e plano de trabalho, “bombardeando” o e-mail dos professores com matérias sobre sede campestre, curso de informática, entre outros. Obviamente, algumas vezes, solta uma nota se vangloriando de conquistas que, ou não existem, ou foram frutos claros da greve ou da pressão de outras entidades e não daquela responsável pelo simulacro de acordo assinado. Assim, algumas perguntas surgem: Será que mais uma vez seremos pegos de surpresa por fatos em relação a nossa carreira que o Brasil inteiro discute e se mobiliza e nós nem sabemos? Será que não nos será dada a oportunidade de discutir ações como a paralisação do dia 22, mesmo que seja para negá-la? Por que, após a greve, a ADUFG-Sindicato convocou assembleias apenas para discutir assuntos administrativos (como os convênios com a UNIMED ou a UNIODONTO), mas não para discutir a carreira dos docentes e as condições de trabalho em Goiânia e Goiás?

Desta forma, cremos ser de suma importância o alerta de que, embora muitos estejam a parte, existem aqueles que brigam pela nossa categoria, prova disso é a jornada de lutas desta semana e a paralisação do dia 22 de maio a qual apoiamos.

Fórum de Mobilização Docente da UFG

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Seu sindicato está preocupado com as suas condições de trabalho?

11 maio